FOCO NA BARRA E NÃO NO BÍCEPS

 ▪️Ao treinar, seja simples e direto.

??Dar muitas informações “erradas” para seu aluno pode prejudicar o desenvolvimento da tarefa, como demonstrou um estudo feito por Medina-Papst e colaboradores em 2015.

 Os indivíduos que receberam feedbacks com direcionamento INTERNO, #InternalCueing como já falei em uma postagem anterior, tiveram resultados abaixo do início dos testes.

 Como eles pioraram o rendimento?

 Eles receberam indicações de Foco Interno e, diferente dos outros que receberam indicações de Foco Externo e até mesmo dos que não receberam indicação alguma, foram prejudicados pelo Feedback durante a tarefa.

 ▪️O que isso significa?

??Assim como mostrado por Vance em seu estudo onde comparavam os resultados de EMG e Desempenho, no exercício Rosca Bíceps, em pessoas expostas a Indicação Interna vs Externa, os que recebiam #InternalCueing tinham decrescimento da Automatização do Movimento e redução do desempenho.

 ▪️Como assim?

??Trocando por uma explicação mais simples, direcionar seu foco para indicações internas, tipo PENSAR E SENTIR O BÍCEPS TRABALHANDO, faz você perder capacidade de gerar força e dano muscular.

 Segundo diversos estudos publicado por Gabrielle Wulf, a adoção de um Foco Externo, ou a total ausência de foco, parece mais interessante para melhorar o desempenho e a automatização do movimento.

 ▪️Então não devemos ter Foco Interno?

??Não é assim também não.

 Feedbacks com indicação de Foco Interno são úteis em diversos casos, como por exemplo:

?Corrigir posturas e melhorar a segurança do movimento.

?Fase de aprendizado da técnica.

?Em casos de patologias neuromotoras.

?Situações de reprogramação motora, quando corrigimos técnicas/vícios prejudiciais.

 Então vale a pena essa história de ficar focado no músculo “trabalhado” e ter queda no desempenho motor, redução de força e possivelmente menor dano muscular?

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