COCONTRAÇÃO: Proteja Suas Articulações!

cocontração e potencial pós ativação
Pedalar antes de treinarr força: Problema ou Solução?
 Em um estudo recente, feito em 2010 por um grupo de pesquisadores da University of Puerto Rico-Medical Science Campus, testou em duas situações, com o objetivo de mostrar os efeitos negativos da fadiga na estabilidade articular dos membros inferiores em atividades de Potência Muscular (drop jump e up down jump, ambos com uma perna) em mulheres jovens e praticantes (com alguma regularidade) de exercícios físicos.
 A hipótese era que, assim como acontece em exercícios simples (ex cadeira extensora), o joelho recebesse maior sobrecarga (como no caso de fadiga dos quadríceps, absorvedores do impacto no joelho) e mudasse alguns ângulos padrões do movimento, fazendo, por exemplo, o Colapso Medial do Joelho. 
 Para testar os efeitos da fadiga, foi realizada uma série de bicicleta estática até a fadiga, que demorava 30s para acontecer dentro do protocolo escolhido. 

E então, o resultado: com fadiga e sem fadiga, os resultados foram muito próximos, demonstrando que, nesse caso, a fadiga não era um fator que aumentasse o risco de lesões. A resposta para isso pode ser encontrada no fato da atividade “indutora da fadiga” tenha sido uma onde a cocontração muscular era predominante e, também, no Potencial Pós Ativação.

 Como mostra uma revisão feita por Batista et al., com publicação também em 2010, atividades realizadas antecedendo outras de potência, se realizadas com intensidade Próxima à Máxima e com característica de concentração, acionam mecanismos que melhoram a estabilidade e a produção de força em atividades de Força Máxima e Potência.

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